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O Voo da Vespa – A Viagem que Mudou Tudo



Autor: Ken Follet
Editora: Editora Arqueiro
Ano: 2017
Páginas: 416
Nota: 5/5


Sinopse: Freya é o nome da deusa nórdica do amor. Também é o codinome da mais recente invenção nazista, de acordo com uma mensagem interceptada pelas forças aliadas. A inteligência britânica desconfia que é graças a ela que os alemães estão conseguindo abater os bombardeiros ingleses a uma velocidade tão alarmante. Hermia Mount, uma analista do MI6, é recrutada para ajudar a descobrir qual é essa nova arma. Tendo morado a vida inteira na Dinamarca, ela possui contatos valiosos que poderão auxiliá-la em sua missão. Do outro lado do mar do Norte, numa ilha dinamarquesa ocupada pelos alemães, o estudante Harald Olufsen descobre uma instalação estranha dentro da base militar nazista. Ele não sabe o que é, mas não se parece com nada que já tenha visto, e ele precisa contar para alguém. Em Copenhague, o detetive Peter Flemming colabora com os alemães para desvendar quem está repassando informações de dentro do país nórdico para os aliados britânicos. Numa Europa praticamente dominada pela Alemanha, a vida dessas três pessoas se entrelaça de forma irreversível, e quando um decrépito avião bimotor se transforma no único meio de fazer a verdade chegar até as forças aliadas, o destino delas poderá mudar o rumo da guerra - e da história.

Gosto muito dos livros de Ken Follet, e me orgulho disso. Um aviso, quando começar a ler tenha certeza que você terá tempo de sobra, pois é incrível como você não vai PODER parar até terminar a história. Leitura excelente, dinâmica e muito poderosa, sobre três personagens aparentemente comuns em uma situação tão extrema quanto seu feito para sair dela.


Minhas palavras na introdução podem parecer uma mera “fanboyzice”, elogios mais emotivos que baseados em fatos de um entusiasta pelo autor ou obra, mas granto que não é nada disso! O Livro é fenomenal e merece cada elogio. A trama é impressionantemente equilibrada e mesmo assim consegue te surpreender em vários momentos. Todos os personagens possuem um lado humano verossímil e suas ações são coerente com suas personalidades, embora nem sempre previsíveis, pois são conduzidos com realismo pelo contexto de guerra, medo e revolução, por isto estão em constante movimentação e conflito.

E como bem-dito por minha colega Boo Nina, em sua resenha sobre “A Viajante do Tempo”, viver em tempos de guerra sempre deixa consequências na vida das pessoas, os grandes escritores como Diana Gabaldon (resenhada por ela) e Ken Follet sabem trabalhar com isso de forma a fazer pessoas que antes eram comuns em personagens fortes e bem construídos.

Além dos 3 principais, a história envolve vários outros personagens, sendo alguns históricos. Aliás, a precisão histórica e técnica é outro dos grandes acertos do autor que consegue te levar até o cockpit de um avião da década de 1940 e, ainda consegue te fazer sentir cada manobra feita no ar, deslizando suavemente pelas nuvens, sentindo o vento gelado na cara.

Além de todos esses fatores, o que mais me agradou na escrita de Follet, é que ele foge longe de qualquer drama exacerbado na narrativa, a história se passa em tempos de guerra e a motivação da maioria das pessoas nessa época é a sobrevivência, o objetivo maior dos militares e civis e salvar a si mesmo e seu país, embora  ele também cria momentos espaço para alguns romances, alguns momentos descontraídos e muitos momentos de reflexão, como por exemplo, quando é colocado em questão a pergunta: você faria o seu dever, mesmo sabendo que estava errado? O foco do livro não é nada disso, assim como numa realidade de conflito as pessoas ainda vivam e se relacionam a Guerra está presente em todos os momentos e domina toda situações até mesmo para quem não está no front.

Em suma, um livro maravilhoso, já quero conhecer as outras obras do autor.

Um comentário:

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